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07/02/2010 - 23:55
A Dengue 1, 2, 3 , 4 x H1N1 ( 1, 2, 3 )


Especial Cidadania

Lei nº 4898/65 e Lei 2083/53 ...

Garotinho, Chico Machado & Heleno do Trapiche ∴ ®, de A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V; W, X, Y, à Z ¨ vem aí 2010/2012, pró – pré Candidatos; www.macaenews.com.br/colunistas.php?cat=colunistas  . Reflexões e artigos de segunda à sexta-feira !

Heleno do Trapiche ∴ ® está entre os Distritos e Bairros de Macaé – Rio de Janeiro Brasil ... e no rol de mais de 174 Países e também no ( Facebook, Twitter, Orkut & ... Site ) !!!

21 anos de Filantropia sob colegas, amigos e vizinhos + Familiares: 


Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.

Todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorrem quando você está escalando – a.

Especial Cidadania & "Special Citizenship"



A Dengue 1, 2, 3 , 4 x H1N1 ( 1, 2, 3 )



Macaé – Rio de Janeiro Brasil ... no rol das crianças, jovens, adultos, idosos, deficientes físicos e Indígenas .* Hoje, amanhã e sempre ... 2010/2012 ...



Só a prevenção pode evitar nova epidemia de dengue...



A doença da dengue é um grave problema de saúde no Brasil . De janeiro a setembro deste ano, o Ministério da Saúde registrou 298.135 casos. Apesar da redução de 61% em comparação com o mesmo período do ano passado, ainda assim o país corre o risco de ter nova epidemia de dengue.

Relatório da Secretaria de Vigilância em Saúde, do ministério, revela que 345 municípios estão com índices de infestação predial superior a 5%. Isso mostra que, a cada 100 residências, cinco tem foco do mosquito transmissor da doença. Em outras 357 cidades a taxa está entre 3% e 4,9%. Para manter a doença sob controle, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o índice não ultrapasse 1%.

A melhor forma de evitar a doença é combater o transmissor, o mosquito Aedes aegypti, o mesmo da febre amarela. Por isso, em sua nona edição, o Especial Cidadania traz informações importantes sobre a doença, seu transmissor e como impedir a reprodução.

A prevenção do dengue começa com a eliminação dos locais que podem servir de criadouros para o mosquito. Em 90% dos casos, o foco está nas residências. Além de cuidar de sua casa, procure a Secretaria de Saúde do seu município para denunciar locais públicos em que o mosquito pode ser encontrado.



Sintomas se parecem com os da gripe



O sintomas de dengue se parecem com o de uma forte gripe. Dor de cabeça, principalmente na região dos olhos, cansaço, dor nos músculos e nas articulações e febre alta. Também podem surgir manchas vermelhas na pele, náuseas e falta de apetite. Em sua forma mais grave, a tipo hemorrágica, apresenta sangramentos. Como o nome diz, pode ocorrer hemorragia pela gengiva, pele e intestino, podendo levar o doente à morte.

Não há um tratamento específico para o combate à doença, seja em sua forma mais branda ou na hemorrágica. Os sintomas dever ser tratados, por isso, procure assistência médica ao primeiro sinal da doença. A pessoa com dengue precisa repousar e ingerir bastante líquido, de preferência água, chás e sucos naturais. Ainda não foi desenvolvida uma vacina eficaz para o mal.

A ingestão de remédios sem orientação médica é perigosa. O ácido acetilsalicílico, presente em diversos remédios populares, que são usados contra dor de cabeça e gripe, pode provocar hemorragia, agravando o estado do paciente.



Resistência do Aedes facilita a proliferação



O mosquito Aedes aegypti é encontrado, principalmente, em ambientes urbanos. Ele se diferencia de um pernilongo comum por sua cor escura e pelas listras brancas pelo corpo e patas. Seu ciclo de vida compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto alado. Por não resistir a baixas temperaturas nem a altitudes, o mosquito é encontrado em regiões com clima tropical e subtropical. Vive entre 30 e 45 dias e alimenta-se da seiva das plantas.

Quem pica o ser humano é a fêmea. Depois do acasalamento, ela sai em busca de sangue para maturar os ovos. Em locais com acumulo de água limpa, coloca entre 150 e 200 ovos de cada vez, e, em seguida, os ovos eclodem e dão origem às larvas. Agora, mesmo sem contato com a água, eles sobrevivem por até um ano.

Essa resistência é a principal razão da proliferação do inseto ao redor do mundo. No Brasil, o Aedes aegypti chegou à metade do século XIX por meio das embarcações marítimas. Atualmente, mais de 100 países em todos os continentes registram a presença do mosquito e casos da doença.

O combate ao Aedes pelo poder público é feito por agentes sanitários que visitam as residências orientando os moradores e detectando focos, pela utilização de larvicidas, para matar as larvas, e por inseticidas, espalhados pelas máquinas do fumacê. Os larvicidas são colocados onde há água parada. Já os inseticidas matam os insetos adultos enquanto estão voando, e são aplicados quando há alta infestação do inseto na área.

Para especialistas, a melhor forma de enfrentar o Aedes é na fase larval, pois o mosquito tem apresentado resistência a alguns inseticidas. A erradicação é tida como impossível. Por isso, deve-se controlar ao máximo sua presença, impedindo a reprodução.

Ao perceber focos do mosquito, procure a Secretaria Municipal de Saúde. A responsabilidade pela execução das ações de combate à dengue é dos governos municipais, complementada pelos estaduais.



Resistência do Aedes facilita a proliferação



O mosquito Aedes aegypti é encontrado, principalmente, em ambientes urbanos. Ele se diferencia de um pernilongo comum por sua cor escura e pelas listras brancas pelo corpo e patas. Seu ciclo de vida compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto alado. Por não resistir a baixas temperaturas nem a altitudes, o mosquito é encontrado em regiões com clima tropical e subtropical. Vive entre 30 e 45 dias e alimenta-se da seiva das plantas.

Quem pica o ser humano é a fêmea. Depois do acasalamento, ela sai em busca de sangue para maturar os ovos. Em locais com acumulo de água limpa, coloca entre 150 e 200 ovos de cada vez, e, em seguida, os ovos eclodem e dão origem às larvas. Agora, mesmo sem contato com a água, eles sobrevivem por até um ano.

Essa resistência é a principal razão da proliferação do inseto ao redor do mundo. No Brasil, o Aedes aegypti chegou à metade do século XIX por meio das embarcações marítimas. Atualmente, mais de 100 países em todos os continentes registram a presença do mosquito e casos da doença.

O combate ao Aedes pelo poder público é feito por agentes sanitários que visitam as residências orientando os moradores e detectando focos, pela utilização de larvicidas, para matar as larvas, e por inseticidas, espalhados pelas máquinas do fumacê. Os larvicidas são colocados onde há água parada. Já os inseticidas matam os insetos adultos enquanto estão voando, e são aplicados quando há alta infestação do inseto na área.

Para especialistas, a melhor forma de enfrentar o Aedes é na fase larval, pois o mosquito tem apresentado resistência a alguns inseticidas. A erradicação é tida como impossível. Por isso, deve-se controlar ao máximo sua presença, impedindo a reprodução.

Ao perceber focos do mosquito, procure a Secretaria Municipal de Saúde. A responsabilidade pela execução das ações de combate à dengue é dos governos Federal, complementada pelos Estaduais e Municipais.



Informações úteis



Disque-Saúde

Ministério da Saúde 0800 61-1997

Tel: (61) 315-2520

www.saude.gov.br

Fundação Nacional de Saúde (Funasa)

Tel: (61) 314-6363

www.funasa.gov.br

Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz)

Tel: (21) 2598-4242

www.fiocruz.br



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