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O projeto de implantação de uma policia voltado para o social dentro de comunidades carentes e morros do Rio de Janeiro, realmente esta devolvendo um pouco de segurança e tranqüilidade as pessoas que moram nessas localidades, moralizações que alimentam esperanças de dias melhores e transformações profundas.
Muito bem encaminhadas pelo governo do estado, as medidas avançam em direção ao restante da capital e futuramente, deverão atingir também o interior, o que representa um avanço significativo em se falando de segurança e que por conseqüência, contribuirá em muito em outros setores da sociedade.
A grande preocupação popular neste momento é; como evitar que a marginalidade que foge da capital venha a se instalar nas cidades do interior?
Como primeiro e decisivo passo, o projeto deve ter proporções nacional, visando abafar de forma geral qualquer reação de deslocamento ou acomodação em outros lugares por estes indivíduos, de forma que o domínio seja adquirido simultaneamente.
Porem, cultural e politicamente, deve ser lembrado que para cada ação existe a reação e é natural que oposições sejam declaradas ou no mínimo dificultarão qualquer processo na direção de uma solução que amenize a violência instaurada no país, pois, para muitos, inclusive a própria imprensa, este é um assunto que os alimentam.
Este é um momento que pode servir de termômetro para medir a qualidade daqueles que estarão concorrendo aos cargos eletivos de outubro, ou seja; diga-me com quem andas e te direi quem és, teu voto está na minha mão.
Enquanto isto não fica decidido, confiamos que secretarias de seguranças, policiamentos locais e governos municipais tenham as devidas precauções de projetar e organizar sistemas que não permitam o alojamento de criminosos em cidades como a nossa.
A continuar dessa maneira, o exemplo dado pelo governo do estado deixa claro que nem tudo esta perdido, morre a vida, mas não morre a esperança.
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