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Em noite de homenagens a Espinosa, Botafogo sofre, mas vence Boavista

Publicado em 02/03/2020 Editoria: Esporte sem comentários Comente! Imprimir


O telão do Nilton Santos lembrou o placar do Maracanã antigo para homenagear Valdir Espinosa, ex-técnico e gerente de futebol do Botafogo, que morreu na última quinta-feira. "Espinosa Eterno Campeão" foi a frase em referência ao treinador que tirou o Glorioso da fila de 21 anos sem título, em 1989. Em campo, o time sofreu muito, mas conseguiu homenagem à altura: venceu o Boavista por 2 a 1 na estreia da Taça Rio. Alex Santana e Bruno Nazário marcaram para o Alvinegro, Michel descontou.

A torcida estendeu uma bandeira com o rosto de Espinosa, e o elenco entrou com uma faixa em agradecimento a ele. Quando a bola rolou, depois do minuto de silêncio, o Boavista começou melhor. O meio-campo do Botafogo não se comunicava. O jeito era arriscar de longe, como fez Alex Santana. Na primeira, a pancada foi para fora; na segunda, aos 24, acertou em cheio: Luis Henrique tocou para Alex, que chutou no ângulo, com o lado do pé, e abriu o placar. O Boavista tentou o troco aos 32, quando Jean Victor cobrou falta que explodiu no travessão de Gatito.
Boavista melhor no segundo tempo; Botafogo faz no fim

Assim como no primeiro tempo, o Boavista foi ao ataque no início da segunda etapa. Gabriel Cortez até marcou no primeiro minuto de jogo, mas o árbitro deu impedimento corretamente. Na defesa, com a fragilidade de marcação dos laterais Barrandeguy e Danilo Barcelos, ficou fácil para o time de Bacaxá. Wellington Silva cruzou, Michel cabeceou e Gatito foi enganado pela bola, aos cinco minutos: 1 a 1.

Parecia que o time grande e dono da casa era o Boavista, que chegava com extrema facilidade depois do empate. O Botafogo, burocrático, praticamente só se defendia. Em uma das poucas chances, Luis Henrique deixou Luiz Fernando de frente para o goleiro, mas ele pegou mal na bola. Mas uma noite de homenagens a quem fez tão bem ao clube não poderia terminar no empate. Aos 46 minutos, Luis Henrique achou Bruno Nazário na entrada da área e o camisa 10 deu um toque por cima do goleiro para marcar o gol da vitória. Brilhou a estrela.

› FONTE: O Dia


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